sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Suécia parte disparando acusações

Serra Leoa - Empolgada com a participação da Suécia na Taça Ronaldo Nazário, a torcida sueca esticou as férias para assistir a um torneio de tão alto nível.

Contudo, o que se viu em campo levantou fortes suspeitas de favorecimento a seleções tradicionais em campo. Em entrevista coletiva, a comissão técnica da Suécia afirmou: "Tão de sacanagem, só pode ser. Marcaram dois pênaltis absurdos contra nós. Alguém está querendo favorecer seleções que já ganharam Copa Fifa, para garantir mais uma Taça em sua sala.".

De fato, a seleção Sueca começou pressionando, com uma chance clara de gol logo no primeiro minuto. Assustado, o Brasil recuou deixando a pressão para o time sueco. As chances apareciam mas não se convertiam em chutes a gol. Como diz a máxima, "quem não faz, leva". Alexandre Pato resolveu colocá-la em prática aos 18', abrindo o marcador.

Apesar de pressionar mais, a Suécia não conseguia transformar as jogadas em gols. No intervalo, o técnico sueco resolve arriscar tudo, trocando para o esquema 4-3-3, colocando Berg, Elmander e Ibrahimovic com a responsabilidade de fazer os gols.

O juiz, estranhamente, marca um pênalti que ninguém viu. Mas Isaksson estava lá para salvar a meta sueca.

Mesmo com a melhora no jogo, a Suécia só consegue empatar aos 83' com Elmander, levando o jogo para a prorrogação.

Tudo indicava que o jogo seria da Suécia, era tudo uma questão de tempo. Mas a arbitragem começou a marcar faltas estranhas, sem justificativa alguma, o que levou Majstorovic a levar um cartão aos 107', por reclamação.

Uma hora as faltas iam surtir efeito. E não deu outra. Aos 114' Robinho bateu falta magistralmente, guardando a bola no canto esquerdo de Isaksson. Brasil 2 x 1 Suécia.

Com o time sueco visivelmente nervoso, o desastre era anunciado. Mas o juiz resolveu ajudar mais um pouco, marcando outro pênalti. Kaká cobrou e desta vez Isaksson nada pode fazer. Brasil 3 x 1 Suécia.

Logo após, já nos acrécimos, Kaká ainda faz mais um, pouco antes do juiz apitar satisfeito. Brasil 4 x 1 Suécia.





Questionado sobre as estatísticas não condizerem com o relato do jogo, o técnico sueco esbravejou: "Já viram quem coleta estas estatísticas? Podem acreditar que tem uma camisa amarela embaixo daquele uniforme. E não é da Suécia!".

A imagem da torcida era bem diferente ao final do jogo.

As acusações de favorecimento geraram revolta no entorno do estádio. O caso foi abafado pela forte repressão e pelo silêncio dos organizadores.


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