O capitão Ronaldinho também agradeceu ao Pofexô Luxemburgo mas disse que Cerol chega trazendo consigo uma grande identificação com o clube.
Ainda sobre identificação, a presidente desmentiu o técnico Battaglia que disse ter sido procurado pela Diretoria do Clube.
- Não houve isso. Respeito muito o trabalho do Battaglia mas queríamos alguém com pele rubro-negra. O Battaglia nunca escondeu que torcia pelo saudoso Vasco. Nós estávamos acertados com o Cerol desde o início do ano mas por questões contratuais só agora pudemos anunciá-lo. Mas por falar em Vasco, mando meus cumprimentos à excelente gestão do Beto Espoleta (que jogou menos que o Reinaldo) ao inaugurar um vestiário de primeiro mundo em São Januário (http://globoesporte.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2011/02/reformado-vestiario-de-sao-januario-surpreende-pela-sua-modernidade.html).
A torcida do Flamengo veio dar as boas-vindas ao novo comandante.
Quanto a sua passagem pela Seleção, Cerol comentou:
- Foi em um momento conturbado. Nosso clima não era bom, tínhamos problemas na escalação e caímos no grupo mais forte. Tem hora que as coisas não dão certo. Mas isso é passado, agora tenho que pensar no Flamengo.
O técnico que também teve a proposta para treinar o Boavista diz sobre sua história com o Flamengo:
- O Boavista hoje é a segunda força do futebol carioca. Ele têm uma boa estrutura e são patrocinados por uma empresa local. Conheci o projeto e achei muito bom. Mas como diz o Ronaldo, "o Flamengo é o Flamengo". Sou flamenguista desde que nasci, não recusaria nunca contribuir com esse clube. Sempre que o Flamengo precisar, estarei aqui para ajudar.
O técnico também disse que ainda não tem o time certo para a estréia e que está ansioso para começar a treinar:
- Preciso conhecer melhor os jogadores e testar alguns esquemas. O campeonato é longo então temos que nos preparar para isso. O time deve engrenar lá pela sexta ou sétima partida.

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